quinta-feira, 21 de agosto de 2014

ComunicaSul promove debates sobre a mídia no continente


Os processos de luta pela democratização da comunicação no continente sul-americano serão discutidos em uma série de encontros promovidos pelo ComunicaSul - Coletivo de Comunicação Colaborativa. A atividade contará com três debates, sempre às 19h de quinta-feira, a partir do dia 21 de agosto até o dia 11 de setembro.
O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé sediará os três primeiros encontros, na Rua Rego Freitas, 454, conjunto 13 (próximo ao metrô República), em São Paulo. Já a última reunião ocorrerá no Espaço Cultural Latino-Americano (ECLA), com direito à exibição de filme e confraternização de encerramento. A entrada, em todas as noites, é franca.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O que resta à direita latino-americana


A direita latino-americana já teve várias fisionomias: economias primário-exportadoras e regimes políticos oligárquicos, ditaduras e governos neoliberais. Nenhuma parece suficientemente atraente para fazê-la voltar ao governo onde deixou de sê-lo. O modelo primário exportador sofreu golpe mortal com a crise de 1929. As ditaduras serviram para brecar avanços políticos das esquerdas surgidas ou fortalecidas na reação àquela crise.

Por Emir Sader, na Rede Brasil Atual

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Não há guerra na Palestina



por Caio Teixeira
Não há guerra na Palestina, há extermínio de pessoas como quem passa o trator sobre um formigueiro. Para que haja uma guerra, pressupõe-se que exista um mínimo equilíbrio de forças, então vejamos. O comandante da Força Aérea Israelense, Anair Eshel, afirmou em maio passado sobre o poderio bélico de Israel que “as nossas capacidades ficam em segundo lugar, perdendo apenas para os EUA, a partir de um ponto de vista ofensivo como defensivo” (1). Os palestinos não tem nem um ultra-leve. O exército de Israel possui os mais modernos armamentos como drones aéreos e terrestres, centenas de tanques com armas de última geração, navios de guerra e submarinos. Seu exército regular é formado por 176.500 militares na ativa e mais 445.000 na reserva. As informações são do site oficial das Forças de Defesa de Israel (2).

domingo, 20 de julho de 2014

Os EUA e a Operação Condor: “o maldito jogo de xadrez da morte”

Livro “Os anos do lobo”, da premiada escritora e jornalista argentina Stella Calloni, revela “a conspiração assassina” contra a democracia na região

“É imperativo que estas ações se implementem clandestinamente e com segurança, de maneira que a mão norte-americana e seu governo permaneçam bem ocultas”
Richard Helms, diretor da CIA, sobre as ações encobertas no Chile contra Allende, em 1970

“Os cadáveres dos assassinados passavam flutuando pelo rio e as salas de tortura não descansavam”
Descrição sobre o resultado do golpe, três anos depois

Por Leonardo Severo

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Bolívia: eleições e Mercosul em pauta

O atual presidente da Bolívia, Evo Morales, caminha para a reeleição nas eleições gerais do país, em 12 de outubro deste ano. Entre os principais candidatos a presidente, não parece haver ninguém que tenha chances consideráveis de vitória contra Evo, até porque as regras eleitorais do país determinam que se no primeiro turno um candidato tiver mais de 40% dos votos e mais de 10% de vantagem sobre o segundo colocado, estará eleito. Quanto ao parlamento bicameral, tudo indica igualmente uma ampla vitória do partido do atual presidente, o Movimento ao Socialismo (MAS).
Por Nicolas Chernavsky, no culturapolitica.info

Os abutres e a Argentina

Desde a posse do falecido Nestor Kirchner na Presidência da Argentina, em 2003, a questão do endividamento externo de nosso vizinho passou a ganhar uma trajetória de solução. O peso dos compromissos em moeda estrangeira na economia daquele país comprometia toda tentativa de relançar a trilha do crescimento do PIB e da recuperação do emprego e da renda.

Por Paulo Kliass, no Brasil de Fato

terça-feira, 1 de julho de 2014

Imperialismo, drones e abutres: 60 anos do golpe da CIA na Guatemala



Leonardo Wexell Severo

“A memória individual e coletiva dos guatemaltecos é demasiado curta; a violência política e os meios de ideologização institucional e de comunicação apontam até a sua destruição, bem como da subjetividade, para torná-los altamente vulneráveis ao consumo compulsivo e às políticas do capital financeiro que se ocultam por trás da chamada globalização“.

Dulles e a United Fruit: promiscuidade imperial