domingo, 31 de agosto de 2014

Picnic de Abutres: “guerra civil, genocídio e aroma de criminalidade”

 
Leonardo Wexell Severo 
“Há apenas uma história: a história Deles contra nós,
Eles têm casas maiores que a Disneylândia, nós temos aviso de execução hipotecária.
Eles têm jatinhos particulares para ilhas particulares, nós pagamos suas dívidas de apostas com nossas pensões.
Eles têm redução de impostos, nós temos créditos de risco.
Eles têm dois candidatos nas eleições e nós devemos escolher.
Eles têm as minas de ouro, nós temos os buracos.”
O jornalista investigativo estadunidense Greg Palast descreve seu livro “Picnic de Abutres: em busca dos porcos do petróleo, piratas da energia e carnívoros da alta finança” (Editora Alta Books, 446 páginas) como “uma busca para desmascarar a Fera, a máquina monstruosa que trabalha incessantemente para tirar de Nós e dar para Eles”.

Picnic de Abutres: “guerra civil, genocídio e aroma de criminalidade”

 
 

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

“Quando você acredita em uma história, você tem que escrever”


Começou ontem no Barão de Itararé São Paulo o Encontros ComunicaSul, uma série de quatro encontros que visam debater os processos de democratização da comunicação no continente sul-americano, promovidos pelo ComunicaSul – Coletivo de Comunicação Colaborativa.

Por Dandara Lima

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

ComunicaSul promove debates sobre a mídia no continente


Os processos de luta pela democratização da comunicação no continente sul-americano serão discutidos em uma série de encontros promovidos pelo ComunicaSul - Coletivo de Comunicação Colaborativa. A atividade contará com três debates, sempre às 19h de quinta-feira, a partir do dia 21 de agosto até o dia 11 de setembro.
O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé sediará os três primeiros encontros, na Rua Rego Freitas, 454, conjunto 13 (próximo ao metrô República), em São Paulo. Já a última reunião ocorrerá no Espaço Cultural Latino-Americano (ECLA), com direito à exibição de filme e confraternização de encerramento. A entrada, em todas as noites, é franca.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O que resta à direita latino-americana


A direita latino-americana já teve várias fisionomias: economias primário-exportadoras e regimes políticos oligárquicos, ditaduras e governos neoliberais. Nenhuma parece suficientemente atraente para fazê-la voltar ao governo onde deixou de sê-lo. O modelo primário exportador sofreu golpe mortal com a crise de 1929. As ditaduras serviram para brecar avanços políticos das esquerdas surgidas ou fortalecidas na reação àquela crise.

Por Emir Sader, na Rede Brasil Atual